Prefeitura realiza troca na tubulação de água em estrada de Barão Geraldo

por Eliane Honorato


A estrada que liga o Guará ao Village Campinas e Vale das Garças em Barão Geraldo está interditada devido uma troca na tubulação de água que fica no local.  Os motoristas que precisam se locomoverem para locais que passam por esse endereço terão que realizá-los por outro caminho.
A obra que está sendo executada é uma ação da prefeitura. Tem como finalidade melhorar o local que estava precisando dessa mudança e, assim, oferecer uma infraestrutura com mais qualidade aos moradores de Barão Geraldo que passam nessa estrada com frequência.
 O subprefeito Valdir Terrazan explica que a reforma foi uma decisão de emergência no local que precisava dessa ação da prefeitura. “Lá é uma passagem de água... Tubulação antiga lá, era uma tubulação de água... ele cedeu, apodreceu e afundou. Já tinha um afundamento no asfalto, mas como também está um buraco já abrindo uma cratera sobre o asfalto por conta da infiltração de água, então esse tubo ele estava totalmente danificado, estava havendo uma infiltração já com a cratera e o risco de afundamento total era eminente. Então a gente acabou optando por fazer emergencialmente...”, disse.  
Durante a reforma, medidas foram aplicadas para que o local não tenha mais vazamento. Ele conta que a forma que a obra está sendo realizada garante um serviço com mais qualidade e eficiência.  “...Eram duas tubulações estamos ampliando para três tubulações, são 45 tubos de 1 metro de diâmetro por um metro e meio de comprimento. São 45 tubos refazendo aí três linhas...”, explica.
A ação desse projeto prevê em seu planejamento um investimento que reflete no tempo em que a população de Barão Geraldo terá o serviço funcionando sem apresentar problemas futuros e novos gastos para a prefeitura. “...Nos próximos 50 anos aí a gente não vai ter mais problemas de vazão”, disse.
A obra está sendo efetuada de acordo com os procedimentos iniciais que devem ser cumpridos para após aplicarem as demais etapas e, assim, concluírem o processo como explica o subprefeito Valdir Terrazan. “Então a ideia é abrir ainda de forma precária. A gente vai fazer a abertura nessa semana agora, na sexta-feira para passar ainda de forma não definitiva, ainda com o pavimento. Porque isso? Por que tem que ter acomodação de terra...”, relata.
A reforma também acrescentará um novo espaço para pedestre e ciclistas que terão uma nova passagem no local. “Nós vamos ampliar lá um local para pedestre que não tinha. Eram obrigados passar sobre a pista de rolagem. Então nós ampliamos a largura dela, excedemos um pouco mais, 3 metros a mais exatamente para poder fazer a passagem de pedestre. Ciclista vai ter ali oportunidade de passar... e outras melhorias que a gente já está aproveitando ali como está fechado a rua, limpeza da rua, limpeza de canaleta... já estamos paralelamente a isso estamos trabalhando com outras intervenções também”, disse.


 



Crise econômica reflete nas arrecadações financeiras das instituições sociais

por Eliane Honorato



A crise econômica no Brasil abrange diversos setores e, com isso, as finanças dos brasileiros têm sentido o impacto desse declínio no país. Mediante a essa situação, reduzir o consumo gastando apenas com o necessário é a alternativa mais adequada e tomada por muitas famílias para sobreviverem nesse tempo difícil.
Essa dificuldade também reflete nas instituições que prestam serviços sociais. Pois com a crise econômica o número de pessoas que ajudam voluntariamente com doação financeira diminuiu.
A presidente do Centro Comunitário da Criança do Parque Itajaí I e Região (CECOMPI), Ilza Cardoso Barbosa, é fundadora da instituição que atende crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. A associação oferece suporte que inclui recreações e alimentação. “São 150 crianças e adolescente. Crianças carentes da região do Campo Grande. Os horários são escolares, quem vai de manhã na escola, vem aqui a tarde, quem vai à tarde, vem aqui de manhã. Eles têm o café da manhã e tem o almoço”, explica. 
Nildo Lopes de Souza é o tesoureiro da instituição. Ele explica que existem gastos que são mantidos com recursos promovidos por festividades que garantem uma arrecadação financeira, mas com a crise econômica que o país enfrenta, a arrecadação tem sido muito pequena.  “Inclusive até nas ações sociais que a gente faz como a festa do pastel, venda de pizzas, o trabalho que a gente realiza tem diminuído a venda. Antigamente a gente vendia, por exemplo,  300 pizzas em uma festa da pizza, hoje estamos vendendo 150 ou 160.  A festa do pastel também”, disse.
Mesmo a associação tendo apoio dos órgãos governamentais, o local está passando por uma fase muito difícil. Pois os valores arrecadados por meio dessas instituições devem ser usados somente no que é permitido. Assim, ele enfatiza que as alternativas usadas para arrecadar mais recursos financeiros não têm sido suficientes para evitar uma crise interna. “Contribui para a crise interna da entidade por que a gente precisa de alguns recursos extras para fazer alguma manutenção que no caso o dinheiro que vem da FEAC, o dinheiro que vem das instituições governamentais não pode ser aplicado em algum reparo”, relata.
Por conta disso, os próprios colaboradores da instituição se reúnem para ajudarem nos imprevistos que surgem no decorrer do tempo. Nildo Souza relata do apoio que todos fazem juntos quando casos como consertos de equipamentos são necessários para continuarem realizando os trabalhos sociais. “Esse tempo queimou uma caixa, um alto falante. Então tivemos que trocar. A instituição não tinha dinheiro. Também para deixar a caixa na loja técnica, lá no conserto a gente não deixou. A gente foi lá pagou do bolso, retirou... acabou sendo contribuição nossa mesmo”, disse.
As assistências sociais têm como principal objetivo ajudar o próximo oferecendo uma vida melhor e com mais oportunidades. A crise econômica torna essa ajuda mais precisa por conta da vulnerabilidade ser mais presente nas famílias que necessitam desse apoio social. Com isso, a CECOMPI mesmo em um tempo difícil continua atendendo essas crianças e adolescentes como relata Nildo Souza. “Apesar da crise o atendimento as crianças não têm diminuído em nada. Pelo ao contrário tem se aumentado algumas atividades que é feito extra fora da entidade. Por exemplo, as vezes a gente leva as crianças para o Jorge Mendonça que é um estádio que oferece um espaço físico com uma estrutura melhor do que se tem dentro da instituição, alguns passeios, então as atividades com as crianças atendidas, elas não têm diminuído, também o número de crianças também não tem diminuído em função da crise”, explica.



ComunicAÇÃO SOLIDÁRIA em ação na Casa de Repouso Bom Pasttor


O projeto tem como objetivo colocar em prática os conhecimentos discutidos em sala de aula, na disciplina Comunicação e Expressão no Sec. XXI (Programa UniversIDADE). Para o desenvolvimento da prática comunicacional, em responsabilidade social, foi eleita a Casa de Repouso Bom Pastor (Barão Geraldo – Campinas-SP), que é uma entidade que acolhe até sessenta pacientes, em tratamento de câncer - no período da quimioterapia e radioterapia – ou transplantados, oriundos de outras cidades e regiões do país e com carências.
O ComunicAÇÃO SOLIDÁRIA é organizado pela UNICAMP - Pró-Reitoria de Extensão (PREAC) juntamente com os alunos do Programa UniversIDADE e com o Grupo de Voluntariado da SANASA, que se propõe, de forma solidária e parceira, realizar a reforma da sala de convívio e dos jardins internos da instituição. Para a reestruturação da sala, além da pintura das paredes, instalação de piso adequado e restauração estrutural, para os quais são necessários materiais, que foram obtidos também através de doações. São três dias de ação, sendo esses os dias 6, 20 e 27 de novembro. A ação conta com cerca de 300 inscrições para voluntários que estão distribuídos nesses três dias de trabalho.
Há cerca de 35 anos, em 1977, um grupo de voluntários, liderados pela fundadora Sra. Benedicta Thereza Domene, sensibilizados com a situação de muitas pessoas, que se deslocavam das suas cidades para fazer o tratamento de câncer e muitas vezes não tinham lugar para ficar e nem condição de pagar pelo mesmo, passou a acolhê-los em uma casa no centro do Distrito de Barão Geraldo. Para proporcionar condições de alojamento, alimentação e transporte aos pacientes que foram chegando em maior número, os voluntários fundadores da entidade passaram a ter apoio de moradores, comerciantes do Distrito, além de empresas, da Prefeitura de Campinas e da FEAC - Federação das Entidades Assistenciais de Campinas que, até hoje contribuem ativamente para a manutenção da instituição.
Atualmente, a principal fonte de renda da Instituição é o brechó da Casa que, toda segunda terça-feira do mês está presente no Terminal Central Rodoviário de Barão Geraldo. Todos os itens do brechó, desde roupas a acessórios domésticos, são doados à instituição e vendidos a preços simbólicos. O horário de funcionamento do brechó na sede é de segunda-feira a sextas-feiras das 8:00 às 17:00 horas. O brechó também está de portas abertas para receber doações, bem como a casa.
Alguns dos sites onde podemos obter mais informações são:
Programa UniversIDADE - www.programa-universidade.unicamp.br
Voluntariado SANASA - www.sanasa.com.br
Casa de Repouso Bom Pastor - www.casabompastor.org.br

Ass.: Maria Rodrigues Pinto